Todas as semanas, nas cinco horas de viagem por essa A1, ouvem-se as mais brilhantes histórias, umas fantasiosas, outras bastantes realistas, e outras deliciosamente cómicas. E é assim que hoje recupero uma dessas situações, uma conversa entre uma estudante de Medicina e uma aspirante a estudante de Dentária, onde esta última dizia qualquer coisa como:
A barreira hematoencefálica é a barreira
que impede que um segundo espermatozóide
penetre no óvulo.
E depois desta conversa, tão convicta, fiquei deveras surpresa com a quilometragem que tem de ter um espermatozóide para ir das partes baixas até ao encéfalo, chegar lá fresquinho, fazer o trabalho sujo e, aí sim, descansar em paz. Pobres… tão pequenos mas cheios de pedalada!
